Presente em peixes, algas e algumas sementes, o ômega 3 é um tipo de gordura poli-insaturada capaz de proporcionar inúmeros benefícios para os sistemas cardiovascular, imunológico e cognitivo, além de aumentar o bem-estar geral do organismo.

O ômega 3 é um nutriente, ou seja, obtido exclusivamente por meio da alimentação, já que nosso organismo não consegue produzir por conta própria. Por isso, muita gente recorre aos suplementos para complementar a dieta. Mas como saber se o produto escolhido tem a qualidade necessária para ser considerado um bom suplemento?

Neste post, você vai saber os 3 pontos principais com relação a qualidade de suplementos de ômega 3 no Brasil para ajudar a nortear a sua escolha. São eles: registro de matéria prima na ANVISA, certificação de pureza e laudos comprovatórios.

Como funciona o controle de qualidade do ômega 3 no Brasil

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é o órgão responsável pelo controle e segurança alimentar em território nacional. Em sua resolução da diretoria colegiada “RDC N° 240, de 26 de julho de 2018” apresentou as categorias de alimentos e embalagens as quais são dispensadas e as com obrigatoriedade de registro sanitário.

Os suplementos alimentares, em geral, estão na categoria de dispensados de registro sanitário, e isso inclui o suplemento de Ômega 3. A exceção, é apenas para os suplementos que contém enzimas ou próbioticos em sua formulação.

Mas, apesar de não ser obrigatório o registro sanitário para os suplementos, é necessário a notificação do uso da matéria prima (óleo de peixe) a sede da Vigilância Sanitária responsável pelo município onde acontece a sua fabricação.

Como saber se a matéria prima possui registro na ANVISA?

A matéria prima do suplemento de ômega 3 é o óleo de peixe, e para achar o seu registro na ANVISA é uma tarefa bem simples, que você pode fazer no momento da compra do produto com o auxílio do seu celular.

Primeiro, confira no rótulo qual o óleo de peixe utilizado no produto, essa informação deve estar bem clara no rotulo. Após achar, entre no site da ANVISA pelo “canal de consulta da agência”, e em seguida acesse o campo “consulta genérica” e digite os dados do produto descrito no rótulo ou o termo genérico “Óleo de peixe em cápsulas”.

E se a matéria prima possuir o registro irá aparecer a marca ali registrada com o mesmo nome descrito no rótulo do produto.

Faça o teste para entender, digite o número de registro 671060009, irá aparecer o documento da HL Indústria e Comércio, empresa responsável por fornecer o óleo de peixe utilizado como matéria prima do Ômega 3 da Vhita.

Mas esse registro significa apenas que o fornecedor da matéria prima incluiu na plataforma da ANVISA o seu registro. Não há nenhum tipo de fiscalização quanto a qualidade da matéria prima registrada, e do produto final. E por esse motivo, não oferece segurança ao consumidor. Para isso, há certificação de ômega 3 por empresas especializadas.  

O que é o certificado do ômega 3

Nem todo ômega 3 é igual. Suas diferenças na qualidade são definidas, principalmente, em virtude da pureza de sua fórmula e composição entre os ômegas 3 no produto. E como no Brasil, e em vários outros países, não há obrigatoriedade desse tipo de análise, a certificação é uma segurança para o consumidor final de sua procedência.

Oferecendo diversos laudos e certificados sobre: pureza, informações nutricionais, contaminantes, estabilidade e até mesmo alegações religiosas.

Certificado ômega 3 IFOS™

Dentre um dos tipos de certificado, o IFOS™ é a certificação mais criteriosa disponível para avaliar os suplementos de ômega 3. Preocupados em combater produtos de baixa qualidade, a empresa canadense Nutrasource oferece 3 serviços de certificação, a IPRO™, iGen™ e IFOS™.

A certificação IPRO™ avalia alimentos probióticos, a iGen™ para avaliar alegações sobre presença de organismos geneticamente modificados (transgênicos) e a IFOS™ para qualidade de produtos ômega 3.

A certificação IFOS™ oferece uma maneira de empresas produtoras de ômega 3 testarem seus produtos com os mais altos padrões de qualidade, segurança e pureza. Passando segurança, competitividade e credibiliade a empresa solicitante para entrar no setor como as melhores marcas de ômega 3 comercializadas.

O que a certificação IFOS™ avalia

São 3 principais pontos avaliados pela IFOS™: Conteúdo de ingrediente ativo, contaminantes e estabilidade.

– Conteúdo do Ingrediente Ativo:  Avaliam a veracidade da informação do rótulo quanto a quantidade e tipos específicos de ômega 3 descritos.

– Contaminantes: Análise de segurança a saúde. Observam a presença de substâncias nocivas à saúde.

– Estabilidade: O produto é o mais fresco possível ou ficou ruim (oxidado)?

Ao final, após todas as análises laboratoriais e resultados, é gerado o certificado IFOS™.

Certificado IFOS™ Vhita

O certificado IFOS após avaliar a procedência do produto, os categoriza como produtos até 5 estrelas, e o ômega 3 da Vhita é um produto 5 estrelas!

Laudos comprovatórios

Outro item importante, são os laudos oferecidos pela empresa fornecedora da matéria prima. Esses laudos vão dar segurança e confiança para a empresa vender o seu produto de ômega 3 ao consumidor com todas as alegações comprovadas.

Vamos explicar como funciona dando o exemplo da própria Vhita.

A empresa fornecedora do nosso ômega 3 é a multinacional Alemã BASF, atual líder mundial na área química, com o ômega 3 TG PronovaPure® através da HLcaps.

Além do registro da matéria prima na ANVISA, certificação IFOS™, a Vhita ainda apresenta 10 laudos comprovatórios da BASF referente a qualidade do produto oferecido, que são:

Livre de micotoxinas: O ômega 3 não possui nenhum tipo de micotoxina, que são substâncias toxicas produzidas por fungos.

Alegação sobre componentes alergênicos: Dentre a lista dos alimentos alergênicos, o ômega 3 possui apenas 2, que são: O próprio óleo de peixe, já que frutos do mar são um importante grupo de alimentos que causam alergia, e soja que está presente na formulação em quantidade igual a 0,2%.

Não transmissor de doenças animais: Por se tratar de um produto europeu, as diretrizes europeias obrigam todo produto de origem animal a avaliar o risco de transmição de doenças para seres humanos, com o objetivo de controlar surtos de doenças na população.

Livre de transgênicos: Não há nenhum ingrediente especificado em nosso produto com características transgênicas.

Informações Nutricionais verdadeiras: Esse laudo é para comprovar que o produto contém de fato o que é informado na tabela nutricional. A análise técnica precisa encontrar, no mínimo, o mesma quantidade dos nutrientes que estão descritos no rótulo.

Livre de Hidrocarbonetos Aromáticos Policíclicos: Segurança de que não foi utilizado em momento algum do processo de produção do produto, esse tipo de componente, que é altamente tóxico e acumulativo ao organismo.

Livre de Pesticidas: Confirmação de que durante o processo de produção do produto não é aplicado nenhum tipo de agrotóxico aos componentes do ômega 3.

Livre Solventes Residuais: Mesmo caso de todos os componentes tóxicos já mencionados. Também nos garantindo que durante a fabricação o organismo humano não estará em risco com resíduos de solventes.

Informações sobre Origem de Óleo de Peixe: Laudo importante para saber se os peixes utilizados para a extração do óleo de peixe são realmente fontes de ômega 3.

Ausência de substâncias presentes na WADA: a “WADA List” se trata de uma lista de substâncias que quando consumidas e encontradas no organismo de atletas são caracterizadas como doping.

E por fim,

Certificação especial

E como “certificação especial” o ômega 3 da Vhita também possui Certificação HALAL, que declara que todos os componentes do nosso ômega 3 estão de acordo com as leis islâmicas.

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Referências:

STARK, Ken D. et al. Global survey of the omega-3 fatty acids, docosahexaenoic acid and eicosapentaenoic acid in the blood stream of healthy adults. Progress in lipid research, v. 63, p. 132-152, 2016.