Você sabia que das proteínas que compõem nosso corpo, 30% delas são fibras de colágeno? E que sinais que adquirimos com a idade como as rugas, pele flácida, artrose e a perda de músculos são causadas por uma redução dessas fibras?

A preocupação com a saúde e bem estar associada a longevidade, tornou o colágeno alvo de muitos estudo.

Quer aprender mais e tirar todas suas dúvidas? Então você veio ao lugar certo, já que neste post você vai aprender:

O que é colágeno

É uma proteína fibrosa e de baixo valor biológico abundante no corpo humano, onde se distribui em 27 formas, de acordo com o tecido ou órgão que atua. É produzida por células conhecidas como fibroblastos ou condrócitos, cuja função é construir proteínas e outros componentes da matriz extracelular.

Ele é encontrado principalmente nos tendões, ossos, veias, cartilagens, dentes, pele, músculos dos animais e seres humanos. Assim, os alimentos fontes de colágeno são os de origem animal.

Existem diferentes maneiras de se obter colágeno para o consumo, ele pode ser encontrado naturalmente em alguns alimentos, em suplementos não específicos (hidrolisado) e específicos (peptídeos bioativos). 

Colágeno para que serve

A principal função do colágeno, assim como de outras proteínas fibrosas, é construir e manter a estrutura de órgãos e tecidos, mas o motivo pelo qual ele se destaca, é por causa da sua abundância em relação às outras proteínas.
 
O colágeno representa cerca de 25-30% das proteínas do corpo humano, é fundamental que ele esteja disponível em quantidades suficientes para facilitar a regeneração da pele e cicatrização de feridas, fortalecer a união das células e promover firmeza, elasticidade e hidratação da pele, articulações e músculos.

O colágeno é uma proteína produzida pelo nosso metabolismo,  um dos motivos para ser considerada de baixo valor biológico, entretanto, o excesso do consumo de açúcares e gorduras, bebidas alcoólicas e cigarro, e a exposição solar contínua sem o uso de filtro protetor, são fatores que diminuem a sua produção.

Além desses estressores, nosso organismo sofre naturalmente a redução da produção e aumento da degradação de colágeno com o passar da idade. 

Seja por razões internas, externas ou pela combinação delas, a realidade é que com o decorrer dos anos, nós perdemos mais colágeno do que produzimos, mesmo estimulando o corpo a produzir através de uma alimentação adequada em proteínas.

O resultado disso é a aparência envelhecida da pele e desgaste das articulações e músculos, aumentando o risco de desenvolvimento da artrose e sarcopenia.

Algumas pesquisas foram feitas para verificar se a suplementação com colágeno poderia ajudar a prevenir ou até mesmo tratar esses processos, e os resultados mostraram que apesar do colágeno ser uma proteína de baixo valor biológico, intervenções nutricionais incluindo sua suplementação, podem ajudar a recuperar tecidos danificados pelo envelhecimento e atividade física.
 
Por este motivo, o uso do colágeno em forma de suplemento tem sido recomendado, principalmente para:
 
  • Praticantes de atividades físicas intensas.

  • Pessoas que se queixam de dores nas articulações ou sofrem de problemas como artrose, artrite e desgastes da cartilagem.

  • Pacientes em processo de recuperação de quedas, lesões musculares, fraturas e cirurgias.

  • Para aqueles que desejam evitar o envelhecimento precoce e manter a beleza da pele.

  • Indivíduos com apesentam queda de cabelos e unhas fracas.

  • Idosos que possuam uma alimentação baixa em proteína, problemas de dentição e/ou deglutição.

 

 

Como tomar colágeno

O colágeno pode ser encontrado em alimentos de origem animal como: ovos, ostras, carnes vermelhas, frango e peixes, e por suplementação: em pó, comprimidos ou gomas.

O mais indicado para manutenção da saúde, é ter hábitos alimentares que permitam o consumo de alimentos fontes e, a depender de características do seu estilo de vida, incluir uma suplementação específica adequada ao seu perfil.

Existem vários tipos de suplementos de colágeno comercializados atualmente, portanto, é importante entender que não são todos iguais.

O colágeno é uma proteína bem versátil, seus diferentes tipos podem atuar em conjunto ou separados, a depender de cada tecido biológico. Dessa forma, os suplementos possuem diferentes categorias e podem ser direcionados para uma área do corpo específica.

Entenda a seguir, qual  dos tipos de colágenos disponíveis em suplementos pode ser o mais recomendado para você:

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Colágeno qual o melhor

Para poder definir os tipos de colágeno, primeiro é preciso entender que existem vários tipos de colágeno e, dentre esses, não há um colágeno que seja melhor do que outros, mas sim o que melhor atende às suas necessidades do momento.
 
Comercialmente eles se diferenciam em tipos de acordo com a estrutura e predominância no tecido que atua, podendo ser classificados em: colágeno natural dos alimentos, colágeno hidrolisado e colágeno hidrolisado específico (peptídeos bioativos), o qual, por sua vez, ainda é caracterizado de acordo com algumas classes em: tipos 1 e 2.
 
Para fins comerciais, os peptídeos bioativos ainda recebem nomes diferentes de acordo com a patente da empresa que o desenvolveu.
 
 
Confira de onde vem e para quê serve cada um deles:

 

 

Colágeno Alimentos

O colágeno que obtemos dos alimentos de origem animal, precisam ser quebrados e absorvidos para estimular a produção de proteínas inespecíficas para o metabolismo de quem o consome.

Isso significa que após a ingestão de alimentos ricos em colágeno, nosso corpo precisa realizar vários processos até a produção de colágeno próprio, ou de outra proteína que ele esteja precisando.

Primeiro o colágeno é degradado em pedaços menores para absorção, depois esses pedaços menores são novamente quebrados por enzimas, e, depois disso, são direcionados a formar uma proteína qualquer, podendo ou não ser colágeno.

O consumo de alimentos ricos em colágeno é indicado para todos que procuram por uma alimentação saudável. Por ser uma proteína, ajuda na manutenção da massa magra e oferece saciedade, podendo ajudar no processo de emagrecimento e recuperação de processos cirúrgicos.

 

 

Colágeno Hidrolisado

É um produto feito a partir de um procedimento industrial, onde a proteína de colágeno geralmente é extraída do couro de suínos ou bovinos e transformada em pedaços menores para facilitar a absorção do nosso metabolismo.

Esse processo industrial quebra a proteína por uma etapa conhecida por hidrólise térmica, a qual é induzida por altas temperaturas e modifica a estrutura do colágeno em pedaços menores.

Esse tipo de colágeno não possui especificidade e, assim como o colágeno natural que absorvemos dos alimentos, as enzimas do nosso corpo quebram novamente e direcionam a produção de proteínas inespecíficas para onde estiver mais precisando, a diferença entre eles é que a absorção pelo nosso metabolismo é mais rápida quando se consome colágeno hidrolisado.

 

 

Peptídeos bioativos – Colágeno hidrolisado específico 

Os peptídeos bioativos foram desenvolvidos a partir do colágeno hidrolisado, ou seja,  a proteína de colágeno é submetida ao processo de hidrólise térmica, mas, depois disso, passa por uma segunda quebra, conhecida  como hidrólise enzimática, transformando o colágeno hidrolisado em peptídeos específicos que conseguem direcionar a produção de um tipo de colágeno para uma determinada região do corpo

Os peptídeos bioativos são absorvidos com maior facilidade pelo organismo e são específicos para alguma região do corpo, podendo ser um dos 27 tipos existentes.

As pesquisas comprovam que os peptídeos bioativos de colágeno são melhor aproveitados pelo organismo e são específicos para alguma região.

Veja os principais tipos que já foram desenvolvidos:

– Peptídeos bioativos do Tipo 1

É o tipo mais comum de colágeno, encontrado em todos os tecidos e em grandes quantidades na pele, tecido conjuntivo denso e frouxo e na musculatura lisa.

Existem dois tipos de peptídeos bioativos de colágeno do tipo 1 que possuem resultados de uso comprovados. A diferença entre eles está no número de quebras enzimáticas que sofrem no processo de fabricação e especificidade de atuação: um é para a pele (Verisol) e o outro para os músculos (BodyBalance).

  

 

 

Colágeno Verisol  

É o nome comercial dos peptídeos bioativos de colágeno do tipo 1 específicos para a pele, unhas e cabelos, pois é o principal colágeno presente nessas regiões. Foi desenvolvido por uma empresa alemã chamada Gelita e é o que possui maior volume de estudos publicados comprovando os benefícios promovidos na saúde e estética da pele.

É indicado para mulheres e homens a partir dos 25 anos para prevenir ou tratar os sinais do envelhecimento.

A depender do metabolismo de cada indivíduo, os resultados podem ser percebidos entre 8 a 24 semanas de suplementação comprovado por estudos científicos.

O ideal é que seu uso seja contínuo, permitindo pausas de até um mês a cada 2 meses de suplementação.

Veja os benefícios comprovados pelo uso do Verisol :

  • Redução das rugas

O primeiro estudo clínico que comprovou a eficácia da suplementação oral com Verisol foi publicado em 2014, nele os pesquisadores observaram que a ingestão diária de 2,5g ou 5g dos peptídeos bioativos durante 8 semanas, melhorou a elasticidade, hidratação e aspecto áspero da pele de 69 mulheres com idades entre 35 a 55 anos.

Outro estudo reforçou esse resultado, mostrando que 2,5g de verisol por 8 semanas reduz a profundidade das rugas, promove maior firmeza e elasticidade da derme e, além disso, uma biópsia da pele dos participantes mostrou os macanismos moleculares relacionados com esse resultado.

Assim, foi visto que a suplementação estimula maior síntese de procolágeno 1 (células precursoras de colágeno), elastina e fribrina (componentes da matriz extracelular).

Todos os componentes citados são produzidos por fibroblastos presentes na derme, atribuindo o benefício da suplementação com a maior capacidade funcional dessas células.   

  • Unhas mais fortes

As unhas descamadas e quebradiças podem ser um problema estético para homens e mulheres. No entanto, um estudo publicado pelo Journal of Cosmetic Dermatology comprovou que 3 meses de suplementação com Verisol, fortalece e estimula o crescimento de unhas.

  • Cabelos macios e hidratados

Além do fortalecimento das unhas, o colágeno Verisol ajuda a proteger e hidratar os cabelos, reforçando os estoques de queratina, uma proteína que forma uma película protetora em cada fio, e retém a umidade das madeixas, melhorando a hidratação e maciez.

  • Combate às celulites

A celulite é o resultado do acúmulo de gordura que aparece com mais facilidade nas coxas, bumbum e abdômem. É algo que incomoda muitas mulheres.

Com a hipótese de que o fortalecimento e a restauração das camadas mais profundas da pele poderia reduzir a celulite, foi feito um estudo com 105 mulheres com idades entre 24 e 53 anos, que consumiram 2,5g de Verisol todos os dias, durante 6 meses.

O resultado comprovou a hipótese! A suplementação com Verisol® pode ajudar a reduzir o grau da celulite em mulheres com peso adequado a sobrepeso, em mulheres com diagnóstico de obesidade foi visto uma tendência de melhora.

Veja rapidinho o que a nutricionista Priscila Gontijo explica sobre como escolher o melhor colágeno para a sua pele.

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Colágeno Bodybalance 

É feito a partir de várias quebras dos peptídeos de colágeno do tipo 1 e estimula o metabolismo dos músculos. Embora não possua grandes quantidades de aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA) e lisina, oferece grandes quantidades de arginina e glicina, responsáveis por estimular a síntese de creatina no organismo. 

É indicado para induzir o ganho de massa magra em mulheres e homens, como opção de pós-treino, para prevenir e tratar a sarcopenia em idosos e para pós cirurgia bariátrica e estética. 

Um estudo comparou as propriedades do colágeno hidrolisado e da proteína do soro do leite sugerindo que o consumo dessa combinação de proteínas poderia potencializar o ganho de massa magra em idosos, atletas, indivíduos em recuperação de cirurgias ou em tratamento de lesões, quando comparado com a ingestão apenas da proteína do soro do leite.

Foi visto que de fato, em conjunto, essas proteínas exibem maior potencial antioxidante, de estimular o sistema de defesa, reparar cartilagens e a matriz extracelular do tecido conjuntivo, mas o bodybalance se mostrou superior a proteína do soro do leite na manutenção do balanço nitrogenado, um marcador de desnutrição proteica, em dietas com pouca proteína típicas de idosos e crianças. 

 

– Peptídeos bioativos do Tipo 2

 

 

Colágeno tipo 2 – específico para as articulações 

O colágeno tipo 2 é encontrado principalmente em cartilagens e articulações e é indicado para prevenir ou tratar lesões nessas regiões.

A prática de exercícios físicos regulares faz parte de um estilo de vida saudável, mas a maioria das atividades, quando realizadas com frequência ou excesso de intensidade ou de carga, provocam o desgaste das articulações, tanto que é comum praticantes de atividade física apresentar queixas de desconfortos em articulações como joelho, mãos, ombros e quadril. 

Outra causa de impacto que também pode prejudicar a saúde das articulações é a pressão exercida pelo excesso de peso.

Esses problemas devem ser evitados antes de evoluírem para doenças inflamatórias como a artrose e artrite. Em vista disso, os peptídeos bioativos de colágeno tipo 2 foram desenvolvidos para prevenir e tratar desgaste das articulações, seja para esportistas ou para quem está acima do peso.

Já foi comprovado que a ingestão de 10g ao dia de peptídeos bioativos de colágeno tipo 2, durante 3 meses, ameniza as dores articulares e, em um período de 1 ano de suplementação, pode regenerar a cartilagem em até 82%.

Assim, esse suplemento natural é uma alternativa eficaz para substituir o uso de analgésicos fortes, que podem atrapalhar o desempenho em exercícios e até evitar procedimentos cirúrgicos.

 A forma como os peptídeos bioativos de colágeno tipo 2 atua é a mesma dos outros tipo de colágeno, estimulam o metabolismo celular e a produção própria de colágeno específico para as articulações, o que a longo prazo vai repondo o colágeno perdido para fortalecer a região. 

  

 

Disponíveis em suplementos

Os suplementos de colágeno disponíveis para venda, geralmente são feitos a partir do couro e cartilagens de bovinos e suínos, entretanto, também podem ser feitos de aves e peixes.

Seja qual for a matéria prima utilizada, diferentes técnicas são aplicadas para transformá-la no colágeno hidrolisado ou em peptídeos bioativos.

O colágeno hidrolisado é considerado um suplementos proteico que estimula a produção de proteínas inespecíficas para onde o corpo estivar mais precisando, enquanto que os peptídeos bioativos, são suplementos funcionais que estimulam a produção de colágeno para regiões específicas do corpo.

Os peptídeos bioativos desenvolvidos até o momento, direcionam a produção de colágenos para pele, músculos ou articulações.

 

 

Suplementação de colágeno: quando e quanto tomar?

Quando é preciso suplementar?

A queda na produção endógena (própria do corpo) de colágeno começa geralmente aos 25 anos, quando começamos a perder cerca de 1% da concentração de colágeno por ano.

Se aos 25 anos a pessoa tiver uma alimentação balanceada, adequada em proteínas, ainda não é necessário a suplementação.

Por outro lado, se houver abuso de exposição solar, consumo em execesso de carboidratos, bebidas alcoólicas, cigarro e estresse,  é a hora de considerar a suplementação para prevenir os sintomas do envelhecimento, que consistem em unhas e cabelos mais frágeis, rugas e estrias na pele, perda de massa magra, enfraquecimento dos ossos e articulações.

A suplementação também pode ser indicada sem precisar considerar a idade para pessoas que praticam atividade física intensa ou com frequência, com a finalidade de evitar o desgaste das articulações.

Além disso, pode ser um ótimo aliado no processo de regeneração e cicatrização de lesões causadas por fraturas ou pós cirurgias.

Qual a quantidade recomendada para o consumo?

Agora que você entendeu que suplementos de colágeno não são todos iguais, saiba que as doses recomendadas para cada tipo de suplemento também são diferentes.

O ideal é consultar um profissional da saúde para avaliar o melhor tipo de colágeno para o seu objetivo e seguir a recomendação da porção sugerida no rótulo do suplemento escolhido.

Na maioria dos suplementos a recomendação diária sugerida é:

Os suplementos podem se apresentar em comprimidos quando dose indicada é baixa (até 3 g) ou em pó (>3g), e são armazenados em sachês ou em um pote com medidor. Veja na tabela a seguir um resumo sobre os tipos de colágeno bem como a dose recomendada de uso, para quê serve e como tomar.

RESUMO – Principais Informações sobre Colágeno

Tipos de colágeno, para que serve e como tomar.

Figura 1. Tipos de colágeno, recomendações, para que serve e como tomar

 

 

Colágeno engorda?

Ao consumir as quantidades sugeridas na porção, a energia fornecida pelo colágeno é usada para produção de células e enzimas para reconstrução de tecidos, e não para estocar gordura. 

Nosso corpo pode até usar o colágeno para isso, mas apenas quando há um consumo excessivo! Assim, podemos dizer que o colágeno não engorda. 

Alimentos ou suplementos com colágeno, podem conter outros nutrientes além desta proteína, portanto, é importante entender a composição desses alimentos e não exagerar na porção indicada e ganhar energia extra!

 

 

Então, o colágeno emagrece?

Com o aumento da popularidade do colágeno, muitas pessoas começaram a atribuir novos benefícios a ele, surgindo muitas dúvidas sobre seu uso, veja a relação da perda de peso com o consumo do colágeno:

Para um nutriente ser considerado “emagrecedor”, ele deve causar no organismo um efeito termogênico, ou seja, induzir o metabolismo a trabalhar em ritmo mais acelerado, elevando a temperatura corporal e estimulando a lipólise (oxidação de gordura para geração de energia), induzindo a perda de peso. No entanto, o colágeno não emagrece, pois ele não induz esse efeito.

Apesar disso, por se tratar de uma proteína, ele pode ajudar a dar saciedade e adiar a fome, sendo útil para quem está seguindo uma dieta com objetivo de emagrecer. 

 

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Colágeno e Vitamina C

A vitamina C ou ácido ascórbico, é um micronutriente conhecido pela sua ação antioxidante, a qual protege o corpo contra o excesso de radicais livres. Mas ela também participa de várias reações e processos que envolvem a absorção de nutrientes como o ferro, construção de moléculas, células, proteínas e tecidos.  

Em relação a produção de colágeno, a vitamina C é responsável por promover uma reação na prolina (um dos aminoácidos que compõe a estrutura do colágeno) transformando o precursor procolágeno em um colágeno maduro e, só assim, ele é capaz de exercer a sua função estrutural. 

A recomendação de ingestão diária de vitamina C que atende 98% das necessidades de indivíduos jovens e adultos é de 90 mg para homens e 75 mg para mulheres, e a dose máxima não deve passar de 2g ao dia.

Essa recomendação é facilmente alcançada pela alimentação através de alimentos como frutas cítricas e vermelhas, hortaliças verdes escuras, frutos como tomate e tubérculos como a batata.

Com exceção de alguns grupos, a suplementação de vitramina C não é necessária e, em alguns casos é até contraindicada, pois, se ingerida em quantidades acima das 2g ao dia, pode causar náuseas, vômito, tontura e dores de cabeça. 

Veja alguns grupos onde a suplementação de vitamina C deve ser considerada: idosos, pessoas com anorexia, câncer, dietas restritas em frutas e legumes, alimentação parenteral, tratamento de insuficiência renal, transplantados de fígado e indivíduos que fazem uso excessivo de álcool, cigarros ou medicamentos como corticóides, anticoncepcionais e aspirina. 

Dessa forma, concluímos que a vitamina C é importante para a síntese do colágeno, mas com exceção de grupos específicos, não é necessário suplementa-la junto com o colágeno. 

 

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 Quer saber mais?

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Referências:

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