O ômega 3 é um nutriente que tem sido cada vez mais estudado por conta de seus benefícios para o corpo, que vão muito além da saúde cardiovascular. No entanto, com o aumento do consumo de alimentos industrializados e a dificuldade de obter as quantidades essenciais do nutriente através da alimentação, cresce a busca por suplementos.

Neste ponto, engana-se quem pensa que por suplementar o nutriente, automaticamente está ingerindo a dose diária ideal e um produto de qualidade. Existem muitas informações sobre a suplementação com óleo de peixe que você precisa saber antes de fazer a sua escolha, por isso, saiba aqui qual é a melhor opção do mercado para atender suas necessidades.

Ômega 3: O que é, para que serve e benefícios

Tecnicamente, ômega 3 é um ácido graxo poli-insaturado e essencial, mas podemos simplificar isso da seguinte maneira: ômega 3 é um grupo de “gorduras do bem” não produzidas pelo corpo, que necessitam ser obtidas através da alimentação.

Nesse grupo, vários tipos de gorduras importantíssimas ao organismo são integrantes, como o EPA (ácido eicosapentaenoico), o DHA (ácido docosaexaenoico) e o ALA (ácido alfa-linolênico), que são os exemplos mais estudados e com benefícios comprovados para a saúde.

Caso prefira, nesse vídeo a Dra. Priscila Gontijo Corrêa, Nutricionista e Mestra em Ciências, apresenta de forma introdutória os principais conceitos do ômega 3, o que é, para que serve e seus benefícios. 

Os principais benefícios do EPA se associam à saúde cardiovascular, como o controle da pressão arterial, manutenção dos níveis de colesterol e a diminuição dos triglicerídeos. Outras benfeitorias comprovadas cientificamente são o auxílio e prevenção para alguns tipos de câncer e atuação anti-inflamatória no organismo. 

Já o DHA está presente em 93% da formação da retina e na composição de grande parte dos nervos. No cérebro, as membranas celulares com abundância do nutriente, tornam-se mais flexíveis, o que facilita a sinapse. Além disso, o consumo de DHA melhora o desenvolvimento cognitivo em diversas fases da vida, principalmente para os bebês, no ciclo da gestação.

O que fez a própria Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) indicar o consumo diário de DHA para grávidas. Estudos também apontam a redução e assistência no tratamento da depressão, do transtorno bipolar e manutenção da memória.

Ômega 3: Melhor marca e como escolher

Frequentemente suplementos de óleo de peixe são chamados de ômega 3, mas isso não significa que sua composição seja livre de outros óleos e gorduras. Portanto, para não consumir suplementos de baixa qualidade e que podem prejudicar a saúde a longo prazo, é preciso estar atento à algumas informações a respeito da concentração do suplemento, número de cápsulas recomendada por porção e presença de laudo técnico para comprovar a qualidade da matéria-prima. Todas essas informações devem estar contidas no rótulo do suplemento, entenda como podem ser analisadas:

1. Saiba a diferença entre o óleo de peixe e ômega 3

Como dito acima, suplementos de ômega 3 não são compostos totalmente de ômega 3. Qualquer produto feito à base de óleo de peixe e que possua em sua composição uma quantidade mínima – em torno de 100 mg – do nutriente, pode receber o nome comercial de “ômega 3”. Esse valor mínimo foi estabelecido pela Anvisa, mas isso não garante a eficácia do suplemento, visto que ele pode ser composto por vários tipos de gorduras, como as saturadas e o colesterol, além do ômega 3.

DICA: As melhores marcas vão fazer questão de exibir sua concentração, evite aquelas que colam apenas o número do ômega 3 em sua embalagem e prefira os produtos em que há especificado no rótulo a quantidade dos principais ômega 3, o EPA e DHA.

2. Concentração de Ômega 3 (EPA/DHA)

Para diferenciar a quantidade de ômega 3 das demais gorduras presentes no suplemento, basta identificar os valores de EPA e DHA  (ácidos eicosapentaenoico e decosahexaenoico) descritos na informação nutricional do produto e soma-las. O resultado dessa soma é a porção de ômega 3 da cápsula, depois disso você compara a quantidade de ômega 3 com o peso da cápsula.

Exemplo: se a capsula pesa 1000 mg de óleo de peixe e a soma de EPA e DHA é 600 mg, o suplemento tem uma concentração de 60% de ômega 3, o restante são outras substâncias.

Melhor concentração de ômega 3.

3. Número de cápsulas por porção

O número de cápsulas indica o quanto você precisa consumir do suplemento para atingir a quantidade de ômega 3 sugerida no rótulo da marca. O ideal é que a porção tenha no mínimo 1.000 mg de EPA e DHA somados. Quanto menor o número de cápsulas necessários para atingir essa porção, menos quantidade de óleos e gorduras desconhecidos você irá consumir, o que aumenta a qualidade do suplemento.

Ômega 3 cápsulas.

4. Ômega 3 livre de metais pesados e com Certificação Internacional

Marcas que possuem suplementos de ômega 3 com qualidade disponibilizam laudos técnicos do produto. Esse documento certifica a veracidade da concentração do nutriente e comprova que o produto seja livre de contaminação por metais pesados. Caso o laudo não esteja presente no site da marca, é possível que o cliente solicite ao lojista e/ou ao fabricante. 

Além da certificação da matéria-prima utilizada no suplemento, existem selos de qualidade internacional, que são a IFOS e a INTERTEK, ambos atestam a segurança e a qualidade dos suplementos à base de óleo de peixe. A presença desse certificado é uma garantia de o produto consumido não esteja contaminado com químicos, mercúrio, metais pesados, bactérias e vírus que podem ser nocivos a saúde.

Ômega 3 com certificação internacional

5. Observe qual terá melhor absorção

Existem diversas formas bioquímicas do ômega 3 na cápsula. A mais encontrada é a forma etil éster (EE). Essa forma permite concentrar maior quantidade de ômega 3 no óleo de peixe, mas isso não significa que nosso corpo consegue aproveitar toda essa quantidade oferecida.

Com os avanços da ciência e da tecnologia, foi desenvolvida a forma triglicerídeos reesterificado, também conhecida como a forma TG. Por ser uma molécula mais simples, a forma TG oferece maior absorção do ômega 3 para o organismo do que a forma EE.

Ômega 3 TG ou EE

6. Ômega 3 e Vitamina E

Os óleos, como o ômega 3, possuem a estrutura química sensível, o que faz com que elas se rompam facilmente por conta da ação dos radicais livres. Já a vitamina E é um micronutriente com ação antioxidante, ou seja, possui atuação no combate de espécies reativas de oxigênio, também conhecidas como radicais livres. Além disso, a presença de vitamina E nos suplementos de ômega 3 evita que o óleo se degrade facilmente, conferindo maior qualidade ao produto. Por esses motivos, as duas substâncias podem ser boas aliadas.

Ômega 3 com vitamina E.

7. Embalagem de ômega 3

Um detalhe importante, e que muitas vezes passa despercebido, é a embalagem. Você sabia que embalagens transparentes podem prejudicar a qualidade dos suplementos? Inclusive tornando-os prejudiciais à saúde. As gorduras possuem uma estrutura química que se quebra quando entra em contato com a luz, resultando em substâncias com potencial cancerígeno. 

8. Relação do preço com a qualidade

Os preços dos suplementos de ômega 3 disponíveis no mercado normalmente variam de acordo com a concentração e a qualidade do óleo de peixe utilizado no produto. Para 1 mês de uso, os preços dos suplementos com concentrações mais baixas variam entre 60 a 50 reais, para concentrações mais altas os valores podem variar entre 95 a 110 reais. Os valores encontrados entre os produtos são um reflexo da qualidade da matéria-prima utilizada em suas composições.

Ômega 3 preço

Existem algumas proporções entre EPA e DHA pré-estabelecidas para a comercialização de ômega 3. As mais utilizadas são 18/12, 33/22 e 36/24. Essa proporção significa que em 1 cápsula de 1.000 mg de óleo de peixe é preciso ter 180 mg de EPA para 120 mg de DHA, no caso do 18/12, ou 330 mg de EPA para 220 mg de DHA em 33/22, e por aí vai.

Compreendendo isso, é possível afirmar que a melhor proporção de EPA e DHA disponíveis em suplementos de ômega 3 é a 36/24 (1 cápsula de 1.000 mg possui 360 mg de EPA e 240 mg de DHA), que é o caso do ômega 3 da Vhita.

A Sociedade Americana do Coração (AHA – sigla em inglês) orienta que os profissionais da saúde recomendem valores entre 500 mg a 4000 mg de ômega 3 por dia, dependendo do estado de saúde do paciente. Associando essa recomendação com o levantamento dos principais estudos científicos já publicados, na prática clínica geralmente os profissionais recomendam cerca de 1000-1500 mg de ômega 3 ao dia. 

É praticamente impossível encontrar um suplemento de ômega 3 que forneça essa quantidade do nutriente em uma cápsula. As melhores marcas conseguem oferecer essa quantidade em 2 cápsulas, onde 1.000 mg da cápsula de óleo de peixe contém em torno de 600 mg de ômega 3. Pensando então em uma cápsula que forneça 600 mg de ômega 3, é necessário consumir duas cápsulas de 1.000 mg de óleo de peixe para atingir 1.200 mg de ômega 3.

Resumindo…

Ômega 3 melhor marca

A melhor marca de ômega 3 possui certificação de qualidade da matéria-prima e da ausência de metais pesados, alta concentração de EPA e DHA (ex. 720 mg de EPA e 480 mg de DHA para 2 cápsulas) e embalagem opaca que impede a entrada de luz. Exemplo: Ômega 3 Vhita.

Ômega 3 como escolher

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