Ômega 3 é uma gordura poli-insaturada, ou seja, possui mais de uma insaturação em sua cadeia, e essencial, por não ser produzido pelo nosso organismo. Isso quer dizer que o nutriente deve ser obtido através da alimentação ou por suplementação.

No caso da alimentação, os alimentos mais conhecidos por conterem o nutriente são os peixes de águas frias, como salmão, sardinha, anchova e arenque, e também as nozes e amêndoas. No entanto, é muito comum que as pessoas não consigam atingir os índices necessários do nutriente apenas através dos alimentos, o que faz com que elas busquem a suplementação como alternativa.

Como ele age no corpo?

O ômega 3 é conhecido por estimular a produção do HDL (colesterol considerado bom) por conta da sua função de promover a formação de moléculas fundamentais ao organismo, como as prostaglandinas e mediadores lipídicos, sendo também responsáveis pelo transporte de substâncias indesejadas, como o LDL (colesterol ruim). Deste modo, o nutriente pode ser considerado uma grande assistência para quem quer diminuir os riscos de doenças cardiovasculares.

Tem contraindicação?

O Ômega 3 é uma substância natural, no entanto não possui contraindicação para o uso da sua suplementação. Os riscos que os suplementos com o nutriente podes oferecer, decorrem da falta de qualidade do produto e da quantidade incorreta do consumo, por isso é indispensável a avaliação de um especialista, para reconhecer suas necessidades e ingerir o nutriente de acordo com elas. Outro ponto muito importante é saber escolher o suplemento que melhor atende o que você está buscando. 

Além disso, indivíduos com problemas de coagulação, portadores de hemofilia, próteses cardíacas, gestantes e lactantes precisam ter mais cuidado com o consumo e, principalmente, cuidado com os níveis do nutriente que irão ingerir.