Educação alimentar e nutricional para os filhos | Veja dicas

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O amor de mãe talvez seja um dos sentimentos mais intensos que uma mulher pode transmitir. Caracterizado por uma grandeza incondicional, o amor de mãe pode se desenvolver em diferentes momentos, desde descobrir uma gravidez ou a medida que a barriga cresce, como também no momento do nascimento do bebê ou mesmo quando a criança passa a conviver com a família.

Educação nutricional para gestantes
Educação nutricional para bebê e crianças (Do nascimento aos 2 anos)
Educação nutricional na infância e na adolescência (Dos 2 aos 13 anos)
Educação nutricional para adolescentes e jovens (dos 13 aos 19 anos)
Como promover a educação nutricional em todas as fases da vida da criança?

Independente do momento em que o sentimento é despertado, todas as mulheres ao se sentirem mães, possuem uma vontade inexplicável de cuidar e proteger o filho da melhor forma possível. O que faz muito sentido porque, convenhamos, é uma tarefa árdua! É preciso muito carinho e dedicação para desenvolver e orientar a formação de um ser humaninho. 

A educação alimentar e nutricional faz parte da promoção da saúde e talvez seja uma das tarefas mais difíceis de se ensinar, porque reflete nos hábitos de toda a família, mas é uma necessidade para que os pequenos cresçam bem!

Entenda, a seguir, a importância e como promover a educação nutricional em todas as fases do desenvolvimento do seu filho: 

Educação nutricional para gestantes

Sabia que a alimentação da mãe pode reduzir os riscos de doenças crônicas como diabetes, hipertensão, obesidade e câncer na criança durante a infância e também na fase adulta? 

Há vários estudos vindos de uma sub área da ciência chamada de “programação metabólica”, comprovando a importância do cuidado que a mãe deve ter com a dieta durante a gravidez.

Além de garantir formação saudável do bebê dentro do útero, uma alimentação equilibrada pode evitar vários problemas não só para a saúde dela, como também para o bebê.

E não é só isso, há muitos outros estudos mostrando também que as preferência alimentares relacionadas à textura e sabor dos alimentos da mãe influenciam na autonomia das escolhas futuras da criança. 

Dessa forma, é fundamental que a mãe tenha uma alimentação equilibrada em macro e micronutrientes e evite o consumo excessivo de açúcares e alimentos ultraprocessados. 

A depender da rotina da mulher, alguns nutrientes podem precisar de um reforço dos suplementos alimentares para atingir as quantidades recomendadas para o consumo diário. São eles: o ácido fólico, o ômega 3 e o sulfato ferroso.

Esses 3 nutrientes são cruciais para o bebê principalmente no início da gravidez, pois previnem defeitos na formação do tubo neural – futuro sistema nervoso do bebê, além de reduzirem as chances de nascimentos prematuros e com baixo peso. 

Para a mãe, o sulfato ferroso reduz a probabilidade de anemia por carência de ferro, bem comum de acontecer nessa fase, e o ômega 3 ajuda na prevenção de diabetes gestacional e pré-eclâmpsia.

Educação nutricional para bebê e crianças (Do nascimento aos 2 anos)

Do nascimento até os seis meses, o melhor alimento é sem dúvida o leite materno. Nada de oferecer água, sucos ou chás! O leite materno consegue oferecer tudo o que o bebê precisa para se desenvolver.

Por isso, novamente devemos destacar a importância dos cuidados que mãe deve ter com sua alimentação, pois tudo que ela ingere é passado para o bebê através da amamentação. 

Casos específicos, em que o leite materno não possa ser oferecido, as fórmulas infantis são as mais recomendadas. Elas são feitas para atender as demandas nutricionais específicas de acordo com cada fase do desenvolvimento do bebê, não havendo necessidade do uso de suplementos nesse momento. 

Crianças alimentadas com fórmulas infantis possuem maior propensão a adquirir infecções, devido à falta de componentes que fortalecem a defesa do organismo que são transmitidos pelo leite materno. Costumam ficar mais doentes, usam mais medicamentos e podem sofrer com carências nutricionais. Por isso é importante uma constante avaliação nutricional e pediátrica.

Após os 6 meses, independente se a criança foi alimentada com fórmula ou leite materno, é hora de começar a conhecer os alimentos. 

Sem dúvida é o momento mais propício para desenvolver as preferências por alimentos in natura (curs) ou minimamente processados, considerados os mais saudáveis dentre as 4 categorias definidas pelo Ministério da Saúde no Guia Alimentar para a População Brasileira de 2014

Os alimentos in natura ou minimamente processados são aqueles que devem ser a base de toda alimentação como o arroz, o  feijão, a batata, a mandioca, legumes e verduras frescas, carnes e ovos, leite, amendoim, castanhas e nozes e especiarias como ervas frescas, chia e semente de linhaça.

Os alimentos ultraprocessados como biscoitos recheados, refrigerantes, bombons, chocolates, bebidas açucaradas, macarrão instantâneo, pães de forma, bisnaguinha salsicha, nuggets, iogurtes com sabores e tipo petit suisse (famoso danoninho), dentre muitos outros ultraprocessados, não devem ser oferecidos para a criança e devem ser evitados pelos adultos. 

Se após os 6 meses a criança ainda tiver o complemento do leite materno até os 2 anos, e a mãe tiver uma boa alimentação, não há grandes riscos de carências nutricionais nessa fase. Porém, se o leite materno tiver sido suspendido, é importante se atentar a possíveis carências que podem prejudicar o desenvolvimento infantil. 

Você sabia que 3 em cada 10 crianças atendidas no SUS, apresentam problemas de saúde relacionados à má alimentação? Nesse cenário, suplementos alimentares como sulfato ferroso, vitamina A, vitamina D e ômega 3, podem ser recomendados.

Educação nutricional na infância e na adolescência (Dos 2 aos 13 anos)

Nesse momento a criança já tem autonomia para escolher o que deseja comer, por isso, seu papel de mãe é promover ações que eduquem seu filho a escolher alimentos que façam bem para a saúde dele. Isso pode ser feito desde a forma como você deixa os alimentos à disposição pela casa até a lancheira da escola.

É interessante deixar as frutas bem visíveis para que sejam escolhidas nos lanches, evite deixar potes de biscoitos, bisnaguinhas, bolachas e balas no campo de visão da criança. Ter horários definidos para refeições como almoço e jantar também é uma ótima forma para educar nutricionalmente seu filho. 

Por se tratar da fase de maior desenvolvimento físico e cognitivo, algumas situações podem exigir o uso de suplementos alimentares para diferentes finalidades. Os mais recomendados são os probióticos, proteínas, vitaminas como a A e a D, minerais como Cálcio e o Ferro e a gordura do bem Ômega 3.

Educação nutricional para adolescentes e jovens (dos 13 aos 19 anos)

Aqui os filhos já deixaram de ser bebês há algum tempo e são capazes não só de escolher como de comprar e preparar o próprio alimento. As melhores orientações e estímulos já devem ter sido dados. Seu papel agora é propor o desenvolvimento de receitas culinárias em família. 

Para manter a alimentação saudável e prevenir problemas de saúde com base nos hábitos e rotina do adolescente, suplementos alimentares como proteínas, colágeno tipo 2, ômega 3, vitaminas e minerais podem ser úteis.

Como promover a educação nutricional em todas as fases da vida da criança?

Busque por informações de fontes confiáveis como o Ministério da Saúde e os profissionais mais qualificados para essa missão que são os nutricionistas. Mas certifique de que seja um profissional preocupado em se atualizar.

O uso dos suplementos alimentares podem ajudar durante o processo, porém não devem ser usados sem avaliação prévia e recomendação de médico ou nutricionista. 

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Referências:

1- BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Departamento de Promoção de Saúde. Guia alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos. Brasília 2019.  

2- BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. Brasília 2014.

3- PEREIRA, Reobbe Aguiar; TELES, João Noronha; COSTA, Cristina Maciel Lima. A Importância do ácido fólico e sulfato ferroso na gestação. Revista Extensão, v. 3, n. 1, p. 75-82, 2019.

4- MAIA, Yara Lúcia Marques; BRITO, Walkiria Silva de; PASSOS, Xisto Sena. A Influência dos ácidos graxos ômega 3 na gestação. Referências em Saúde da Faculdade Estácio de Sá de Goiás-RRS-FESGO, v. 2, n. 3, 2019.

5- WILSON, Nina A. et al. Gestational age and maternal status of DHA and other polyunsaturated fatty acids in pregnancy: A systematic review. Prostaglandins, Leukotrienes and Essential Fatty Acids, v. 144, p. 16-31, 2019.

 
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